Unique Tower: 190 salas vendidas em 3 dias

A Ergil Construções nos trouxe um desafio inédito em nossa parceria. Ao longo dos anos construiu algo que não se compra: reputação. Uma base de clientes que havia investido em produtos anteriores, investidores que acompanhavam a marca de perto e imobiliárias parceiras preparadas para divulgar e vender seus lançamentos residenciais.

O Unique Tower era um movimento diferente. O maior complexo corporativo da cidade, com 190 unidades comerciais, voltado para empresas, investidores e profissionais liberais. Primeiro empreendimento 100% comercial da Ergil, o que trouxe um desafio: produto diferente, motivações diferentes para compra e uma nova comunicação que precisava ser construída do zero.

O desafio aqui não foi somente gerar leads para o comercial, mas foi gerar e estruturar demanda e criar uma operação integrada a vendas capaz de convertê-la em vendas o mais rápido possível.

Antes do Go to Market, vamos entender quem compra

O primeiro trabalho foi mapear com precisão os perfis de compradores. O portfólio do empreendimento tinha públicos com motivações completamente diferentes, e uma comunicação única para todos seria desperdício de verba e de oportunidade.

Investidores queriam retorno, valorização e segurança. O histórico de entrega da Ergil, a localização estratégica ao lado do Shopping São Carlos e dentro do Parque Faber Castell, e o potencial de valorização do ativo eram os argumentos que moviam a decisão desse perfil.

Empresários e profissionais liberais queriam endereço, infraestrutura e imagem corporativa. O argumento aqui era outro: o que significa ter sua empresa no maior complexo corporativo de São Carlos.

Havia ainda um terceiro ângulo, a possibilidade de aquisição de laje inteira, para quem avaliava volume maior de espaço para expansão ou para grupos de investidores.

Essa segmentação norteou tudo o que veio depois.

Três landing pages, três teses, um sistema

Foram desenvolvidas três landing pages, cada uma com discurso e proposta de valor adaptados ao perfil de quem chegava. Cada uma passou por testes A/B de headline, proposta de valor e CTA.

A origem de conversão de cada lead ficou registrada desde o primeiro clique no RD Station. Isso permitiu que todo o fluxo subsequente fosse personalizado para aquele perfil, sem comunicações genéricas.

A mídia rodou em Meta Ads e Google Ads com campanhas separadas por perfil de comprador. O Meta trabalhou interesses e comportamentos alinhados ao ICP de cada segmento e Remarketing. O Google capturou intenção ativa de busca por espaços comerciais e imóveis corporativos na região.

Lead Ads no Meta foram usados para captura direta dentro da plataforma, reduzindo atrito para o perfil de investidor que consome conteúdo no celular e raramente converte fora dela.

Veja também: Case Geodata: campanhas otimizadas reduzem o custo de aquisição de clientes

Fluxos que preparavam o lead antes da passagem para o comercial

Cada origem de conversão gerava um fluxo de nutrição diferente. Não poderia ser o mesmo email para personas com motivações diferentes.

O investidor recebia dados de mercado, histórico da Ergil, potencial de valorização e condições de pagamento. O comprador para uso recebia diferenciais do empreendimento, localização, infraestrutura e depoimentos de quem já havia investido com a construtora.

O objetivo de cada fluxo não era fechar venda. Era preparar o lead para a conversa com o comercial com o máximo de contexto possível, antes do primeiro contato humano acontecer.

Chatbots configurados com FAQ específico por perfil respondiam dúvidas frequentes de forma automática, filtravam contatos sem potencial e liberavam o time para focar em quem importava de verdade.

A matriz de qualificação os 200 potenciais compradores.

A growwW desenvolveu uma matriz de perfil e interesse que cruzava o perfil declarado do comprador com o comportamento dele ao longo dos touchpoints da jornada.

Leads que interagiam com os emails, voltavam às LPs e faziam perguntas específicas sobre condições de pagamento ou disponibilidade de unidades eram identificados como oportunidades quentes. Cada um recebia um dossiê com perfil mapeado e interesse confirmado, pronto para abordagem comercial.

Esses leads, depois de serem qualificados por vendas, ganharam o status de potenciais compradores.

No momento do pré-lançamento, a operação havia gerado mais de 200 pastas ativas.

Marketing e vendas no mesmo ritmo

Forecasts semanais entre marketing e comercial mantiveram a operação calibrada durante os dois meses de execução.

A cada semana o time comercial reportava a qualidade dos leads entregues, taxa de resposta por origem e objeções mais frequentes por segmento. Essas informações voltavam direto para marketing e geravam ajustes nas segmentações, nos fluxos e nos criativos.

Um ciclo de aprendizado. Marketing alimentava o comercial com leads cada vez mais qualificados, e o comercial retroalimentava marketing com inteligência de mercado que melhorava o topo do funil semana a semana.

O resultado

Três meses desta operação. Um de planejamento, dois de execução.

Quando o pré-lançamento foi aberto para venda, o mercado encontrou uma operação estruturada para converter. Cada lead já sabia o que estava comprando. Cada perfil havia sido nutrido com as informações certas. O time comercial chegou com uma fila de mais de 200 compradores preparados.

Primeiro dia: 90% das unidades comercializadas. Segundo dia: 99%. Terceiro dia: 100%. Sold out, sem evento oficial de lançamento.

Demanda existente é um ativo. Ativo sem estrutura é oportunidade desperdiçada.

O Unique Tower é o que acontece quando ICP definido, segmentação por perfil, landing pages com teses distintas, automação personalizada por origem, qualificação progressiva e integração real entre marketing e vendas operam como um sistema. Não como ações separadas.

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